Ellen G. White Writings

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Orientação da Criança, Page 193

processo penoso. Pode ser administrado de tal maneira que a criança ache prazer em aprender a ser útil. As mães podem divertir os filhos enquanto lhes ensinam a realizar pequenos serviços de amor, pequenos deveres domésticos. Esta é a obra da mãe — instruir pacientemente os filhos, mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali. E ao realizar essa obra, a própria mãe alcançará inestimável preparo e disciplina. — Carta 55, 1902.

A moral posta em perigo

Não envieis vossos filhos cedo demais à escola. Deve a mãe ser cuidadosa quanto a confiar a formação da mente infantil a outras mãos. — Christian Temperance and Bible Hygiene, 67.

Muitas mães acham que não têm tempo para ensinar os filhos, e para vê-los fora do seu caminho, e se livrarem do seu barulho e incômodos, enviam-nos à escola. ...

Não somente têm sido a saúde física e mental das crianças postas em perigo por serem enviadas à escola num período precoce demais, mas também elas perdem do ponto de vista moral. Tiveram oportunidades de se familiarizar com crianças de maneiras não cultivadas. Foram atiradas na companhia dos grosseiros e dos rudes, que mentem, praguejam, roubam e enganam, e que se deleitam em transmitir seu conhecimento do vício aos mais novos que eles. As crianças novas, deixadas a si mesmas, aprendem o mal mais depressa que o bem. Os maus hábitos se harmonizam mais com o coração natural, e as coisas que vêem e ouvem na infância e na meninice são-lhes profundamente impressas no espírito; e a má semente semeada em seu jovem coração criará raízes e se transformará em aguçados espinhos, para ferir o coração dos pais. — A Solemn Appeal, 130, 132.

Capítulo 52 — A escolha da escola

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