Ellen G. White Writings

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Orientação da Criança, Page 92

A falsidade será tomada por sinceridade e verdade. — The Review and Herald, 13 de Abril de 1897.

Pais, nunca mentir nem dizer uma inverdade por preceito ou exemplo. Se quiserdes que vossos filhos sejam fiéis, sede fiéis vós mesmos. Sede retos e firmes. Nem mesmo a menor mentira deve ser permitida. Se a mãe está acostumada a mentir e a não ser veraz, a criança segue seu exemplo. — Manuscrito 126, 1897.

Palavras ásperas encorajam a falsidade

Não fiqueis impacientes com vossos filhos quando esses erram. Quando os corrigis, não faleis abrupta e asperamente. Isso os confunde, fazendo com que tenham medo de dizer a verdade. — Manuscrito 2, 1903.

Capítulo 29 — Honestidade e integridade

A honestidade praticada e ensinada

É essencial que a honestidade seja praticada em todos os detalhes da vida da mãe, e é importante que nos ensino dos filhos se ensine às meninas, bem como aos meninos, a nunca agir de má fé ou enganar no mínimo que seja. — Carta 41, 1888.

A norma que Deus requer

Deus quer que os homens ao Seu serviço, sob Sua bandeira, sejam estritamente honestos, de caráter irrepreensível, que sua língua não pronuncie nada que se assemelhe a uma inverdade. A língua deve ser verdadeira, verdadeiros os olhos, as ações inteira e completamente de molde que Deus as possa recomendar. Estamos vivendo sob as vistas de um Deus santo, que declara solenemente: “Eu sei as tuas obras.” Os olhos divinos estão sempre sobre nós. Não podemos encobrir de Deus um ato injusto. Que Deus é testemunha de cada uma de nossas ações, é uma verdade que apenas poucos reconhecem. — Carta 41, 1888.

Os que reconhecem sua dependência de Deus sentirão que devem ser honestos para com os semelhantes, e, acima de tudo, devem ser honestos para com Deus, de quem vêm

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