Ellen G. White Writings

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Primeiros Escritos, Page 133

Introdução

O dom de profecia foi manifestado na igreja durante a dispensação judaica. Se desapareceu por uns poucos séculos perto do fim dessa dispensação, mercê da condição corrupta da igreja, reapareceu ao seu final para introduzir o Messias. Zacarias, o pai de João Batista, “foi cheio do Espírito Santo e profetizou”. Simeão, homem justo e devoto que foi, “esperando a consolação de Israel”, veio pelo Espírito ao templo, e profetizou de Jesus como “luz para alumiar as nações, e para glória de Teu povo Israel”; e Ana, uma profetisa, “falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém”. E não houve maior profeta do que João Batista, que foi escolhido por Deus para introduzir a Israel “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.

A era cristã começou com o derramamento do Espírito, e grande variedade de dons espirituais se manifestou entre os crentes. Tão abundantes eram que Paulo dizia à igreja de Corinto: “A manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando um fim proveitoso” — a cada um na igreja, não no mundo, como muitos têm aplicado.

Desde a grande apostasia, esses dons raramente têm-se manifestado; e esta é provavelmente a razão por que professos cristãos geralmente crêem que eles foram limitados ao período da igreja primitiva. Mas não é em virtude de erros e incredulidade da igreja que os dons cessaram? E quando o povo de Deus alcançar a primitiva fé e prática, como certamente sucederá pela proclamação dos mandamentos de Deus e a fé de Jesus, não é certo que a “chuva serôdia” de novo desenvolverá os dons? Com base na analogia, podemos esperar que assim seja. Não obstante as

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