Ellen G. White Writings

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Primeiros Escritos, Page 175

Grande foi a ira de Satanás quando viu que toda a crueldade que havia levado os judeus a infligirem a Jesus, não provocara nEle a menor murmuração. Posto que Ele tivesse tomado sobre Si a natureza do homem, foi sustentado por uma força divinal, e não Se afastou na mínima coisa da vontade de Seu Pai.

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A crucifixão de Cristo

O Filho de Deus foi entregue ao povo para ser crucificado; com aclamações de triunfo levaram o amado Salvador. Estava fraco e desfalecia de cansaço, dor e perda de sangue pelos açoites e pancadas que recebera; contudo, foi posta sobre Ele a pesada cruz sobre a qual logo deveria ser pregado. Jesus desmaiou sob o fardo. Três vezes a cruz Lhe foi colocada sobre os ombros, e três vezes desmaiou. Um de Seus seguidores, homem que não tinha abertamente professado fé em Cristo, e contudo nEle cria, foi tomado em seguida. Sobre ele puseram a cruz, e levou-a ao lugar fatal. Hostes de anjos estavam arregimentadas no ar, sobre o local. Alguns dos discípulos de Cristo seguiram-nO ao Calvário, com tristeza e amargo pranto. Recordaram Sua entrada triunfal em Jerusalém apenas poucos dias antes, quando O acompanharam, clamando: “Hosana nas alturas”, e estendendo suas vestes e belos ramos de palmeira no caminho. Tinham pensado que Ele deveria então tomar o reino, e reinar como um príncipe temporal sobre Israel. Quão transformada a cena! Quão desvanecidas as suas perspectivas! Agora, não com regozijo, nem com alegres esperanças, mas com coração ferido pelo temor e desespero, seguiam vagarosamente, tristemente, Aquele que fora infamado e humilhado e estava prestes a morrer.

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