Ellen G. White Writings

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Primeiros Escritos, Page 198

Eles testemunhavam que o tinham ouvido dizer que esse Jesus de Nazaré destruiria os costumes que Moisés lhes havia dado.

Estando Estêvão perante os seus juízes, a luz da glória de Deus repousou em seu semblante. “Todos os que estavam assentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo.” Quando chamado a responder às acusações levantadas contra ele, Estêvão começou por Moisés e os profetas e passou em revista a história dos filhos de Israel e o trato de Deus com eles, e mostrou como Cristo havia sido predito na profecia. Referiu-se à história do templo e declarou que Deus não habita em templos feitos por mãos humanas. Os judeus adoravam o templo e se deixavam tomar de maior indignação por qualquer coisa que se dissesse contra o edifício do que se falado fora contra Deus. Quando Estêvão falou de Cristo e se referiu ao templo, viu que o povo estava rejeitando suas palavras; e destemidamente acusou-os: “Homens de dura cerviz e incircuncisos de coração e de ouvidos, vós sempre resistis ao Espírito Santo.” Ao mesmo tempo que observavam as ordenanças exteriores de sua religião, tinham o coração corrompido e cheio de maldade mortal. Ele se referiu à crueldade de seus pais em perseguir os profetas, e declarou que aqueles a quem se dirigia haviam cometido um pecado maior na rejeição e crucifixão de Cristo. “Qual dos profetas vossos pais não perseguiram? Eles mataram os que anteriormente anunciavam a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e assassinos.”

Ao serem proferidas essas verdades claras e cortantes, os sacerdotes e príncipes encheram-se de furor e rilhavam os dentes contra ele. “Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à Sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé à

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