Ellen G. White Writings

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Primeiros Escritos, Page 202

convincente, através das profecias até ao tempo do primeiro advento de Cristo, e mostrava-lhes que tinham sido cumpridas as Escrituras que se referiam a Seus sofrimentos, morte e ressurreição.

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Os judeus decidem matar a Paulo

Testemunhando sacerdotes e príncipes o efeito da narração da experiência de Paulo, encheram-se de ódio contra ele. Viram que ele ousadamente pregava a Jesus e operava milagres em Seu nome, que multidões ouviam-no e viravam as costas a suas tradições e olhavam para os líderes judeus como os assassinos do Filho de Deus. Sua ira se acendeu e eles se aconselharam quanto ao que seria melhor fazer para reduzir o excitamento. Concordaram entre si que a única conduta acertada era levar Paulo à morte. Mas Deus conhecia suas intenções, e anjos foram comissionados para guardá-lo, a fim de que ele vivesse para cumprir a sua missão.

Dirigidos por Satanás, os incrédulos judeus vigiavam dia e noite as portas de Damasco, a fim de matarem Paulo imediatamente quando ele saísse. Mas Paulo tinha sido informado de que os judeus estavam buscando sua vida, pelo que os discípulos o desceram em um cesto, pelo muro, à noite. Derrotados assim em realizar os seus propósitos, os judeus sentiram-se envergonhados e indignados, e os propósitos de Satanás foram derrotados.

Depois disto Paulo foi a Jerusalém a fim de unir-se aos discípulos; mas estes temiam-no. Não criam que ele fosse um discípulo. Sua vida tinha sido buscada pelos judeus em Damasco, e os seus próprios irmãos não o recebiam; mas Barnabé tomou-o

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