Ellen G. White Writings

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Primeiros Escritos, Page 218

Morte, não vida eterna em miséria

Satanás começou com o seu engano no Éden. Disse a Eva: “Certamente não morrereis.” Esta foi a primeira lição de Satanás sobre a imortalidade da alma, e ele tem prosseguido com este engano desde aquele tempo até o presente, e o conservará até que termine o cativeiro dos filhos de Deus. Foram-me indicados Adão e Eva no Éden. Participaram da árvore proibida, e então a espada inflamada foi colocada em redor da árvore da vida, e eles foram expulsos do jardim, para que não participassem da árvore da vida e fossem pecadores imortais. O fruto desta árvore deveria perpetuar a imortalidade. Ouvi um anjo perguntar: “Quem da família de Adão passou pela espada inflamada, e participou da árvore da vida?” Ouvi outro anjo responder: “Nenhum da família de Adão passou por aquela espada inflamada, e participou da árvore; portanto não há pecador imortal.” A alma que pecar morrerá morte eterna, morte esta de que não haverá esperança de ressurreição; e então se aplacará a ira de Deus.

Foi-me coisa surpreendente haver Satanás tão bem conseguido fazer os homens crerem que as palavras de Deus: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18:4, 20), significassem que a alma que pecar não morrerá, mas viverá eternamente em estado miserável. Disse o anjo: “Vida é vida, quer seja em dores quer em felicidade. A morte é sem dor, sem alegria, sem ódio.”

Satanás disse a seus anjos que fizessem um esforço especial para espalhar a mentira a princípio proferida a Eva no Éden: “Certamente não morrereis.” E, sendo o erro recebido pelo povo, e sendo este levado a crer que o homem é imortal, Satanás induziu-os a crer que o pecador viverá em eterno

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