Ellen G. White Writings

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Primeiros Escritos, Page 289

pranto; tampouco haverá mais dor.” Vi a hoste dos remidos prostrar-se e lançar suas coroas brilhantes aos pés de Jesus; e então, levantando-os com Sua mão amorável, tocaram as harpas de ouro, e encheram o Céu todo com sua rica música e com cânticos ao Cordeiro.

Vi então Jesus levando Seu povo à árvore da vida, e novamente ouvimos Sua adorável voz, mais preciosa do que qualquer música que já tenha caído em ouvidos mortais, dizendo: “As folhas da árvore são para a cura dos povos. Comei todos dela.” Belíssimo fruto estava na árvore da vida, do qual os santos poderiam participar livremente. Na cidade havia um trono gloriosíssimo, do qual provinha um rio puro de água da vida, claro como cristal. Em cada lado deste rio estava a árvore da vida, e nas margens do rio havia outras belas árvores, produzindo fruto que era bom para alimento.

A linguagem é demasiadamente fraca para tentar uma descrição do Céu. Apresentando-se diante de mim aquela cena, fico inteiramente absorta. Enlevada pelo insuperável esplendor e excelente glória, deponho a pena e exclamo: “Oh, que amor! que amor maravilhoso!” A linguagem mais exaltada não consegue descrever a glória do Céu, ou as profundidades incomparáveis do amor de um Salvador.

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A terra desolada

Minha atenção foi de novo dirigida à Terra. Os ímpios tinham sido destruídos e seus corpos mortos jaziam em sua superfície. A ira de Deus, nas sete últimas pragas, tinha sido derramada sobre os habitantes da Terra, fazendo-os morder a língua de dor e amaldiçoar a Deus. Os falsos pastores tinham sido objeto especial da ira de Jeová. Os olhos se lhes consumiram nas órbitas, e a

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