Go to full page →

Sede bondosos para os humildes MS 172

O desejo de seguir a vontade própria, contrária ao juízo dos coobreiros, não deve encontrar lugar em nossas instituições. “Todos sois irmãos.” Deve-se revelar um sentimento de amor e ternura. Em nossos sanatórios, e em qualquer instituição, palavras bondosas, semblante agradável, maneiras condescendentes, são de grande valor. Há um encanto no trato dos homens verdadeiramente corteses. Que poder para o bem não exercem as pequenas condescendências em nossas transações comerciais! Quão restauradora e enaltecedora não é a influência de semelhante trato, com homens pobres e deprimidos, abatidos pelas enfermidades e a pobreza! Negar-lhes-emos o bálsamo que semelhante trato proporciona?... MS 172.2

Os que se acham em posição de responsabilidade terão que lidar com aqueles cuja sorte está longe de ser fácil. Labuta e privação, sem nenhuma esperança de coisas melhores no futuro, torna-lhes extremamente pesado o fardo. E quando são acrescentados o sofrimento e a doença, a carga torna-se quase maior do que suas forças lhes permitem levar. Não usem, os despenseiros de Deus, de aspereza em seu trato com tais pessoas. Isto seria a própria crueldade. Vistam-se eles da cortesia como de um manto. Sejam bondosos e conciliatórios em seu trato com os mais humildes e mais pobres. Deus verá e recompensará esse tratamento. — Carta 30, 1887. MS 172.3