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Beneficência Social

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    Apêndice — Experiências pessoais de Ellen G. White sobre obra de beneficência

    Embora em toda a sua vida a Sr. White se preocupasse com as necessidades dos que a cercavam, ocasiões houve em que essas necessidades se tornaram prementes de maneira especial. Não se faz nenhuma tentativa nas páginas seguintes para um apanhado exaustivo do assunto, mas apenas temos em vista apresentar algumas experiências típicas do que eventualmente haja ela anotado em seu diário ou cartas. Esses excertos apresentam o vasto campo de seu ministério de beneficência, dando ênfase especialmente a dois períodos da experiência de sua vida: nos primeiros anos e nos últimos anos de sua vida.BS 321.1

    O leitor notará que as anotações do diário de Ellen G. White são feitas em estilo sóbrio, algumas vezes em frases breves e em muitos casos usando o presente. Certamente será reconhecido também que as anotações das atividades do dia-a-dia da Sra. White não constituem instrução para a igreja e portanto não devem ser tomadas como autoridade testemunhal. ... No entanto o exemplo de Ellen G. White concede ênfase ao preceito.BS 321.2

    A preocupação da Sra. White, pelos necessitados, as enormes necessidades e a escassez de recursos com que lutou, deve encorajar cada adventista do sétimo dia a dedicar maior e mais entusiástico esforço à Beneficência Social. — Os CompiladoresBS 321.3

    E. G. White instruída a dar o exemplo — Após o meu casamento fui instruída a mostrar especial interesse em crianças sem pai e sem mãe, tomando algumas sob meus cuidados por algum tempo, buscando então encontrar lares para elas. Assim devia eu dar a outros um exemplo do que eles deviam fazer.BS 321.4

    Embora muitas vezes chamada a viajar, e tendo muito que escrever, tenho tomado sob meus cuidados crianças de três a cinco anos, educando-as e preparando-as para posições de responsabilidade. Tenho trazido para o meu lar de quando em quando meninos de dez a dezesseis anos, dedicando-lhes maternal cuidado e preparando-os para o serviço.*Da pena de dois obreiros que em sua juventude passaram muitos meses no lar dos White, temos os seguintes comentários do que eles pessoalmente testemunharam:
        “Não somente era a Sra. White uma forte conselheira para seu marido, ajudando-o a evitar erros que seriam danosos à Causa em alguma parte, mas ela mostrava também o máximo cuidado em conduzir da maneira apropriada e prática o que ensinava a outros. Por exemplo, ela freqüentemente se demorava em suas alocuções públicas sobre o dever de cuidar das viúvas e órfãos, citando a seus ouvintes (Isaías 58:7-10); e exemplificava suas exortações levando necessitados para o próprio lar. ... Lembro-me de que ela teve uma vez sob sua proteção em sua casa um rapaz, uma moça, uma viúva e suas duas filhas. ... — J. O. Corliss, The Review and Herald, 30 de Agosto de 1923.
        O próprio Pastor White era um homem muito caridoso. Moravam sempre numa casa grande, mas nunca havia nela quartos desocupados. Embora sua família fosse pequena, sua casa estava sempre cheia de viúvas e seus filhos, amigos pobres, irmãos pobres do ministério. ... Certamente deram um nobre exemplo a nossa denominação em sua largueza e liberalidade de espírito.” — The Medical Missionary, Fevereiro de 1894.
    Tenho sentido que é meu dever levar perante nosso povo essa obra para que cada igreja sinta a sua responsabilidade.
    BS 321.5

    Enquanto estive na Austrália adotei essa mesma orientação, levando para o meu lar crianças órfãs, que estavam em perigo de serem expostas a tentações que poderiam ser a ruína de sua vida. — The Review and Herald, 26 de Julho de 1906.BS 322.1

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