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Conselhos sobre Mordomia

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    Capítulo 6 — Pregando sermões práticos

    Dar para atender às necessidades dos santos e para o avanço do reino de Deus, é pregar sermões práticos, que testificam que os que dão não receberam a graça de Deus em vão. Um exemplo vivo de um caráter generoso, que está de acordo com o exemplo de Cristo, exerce grande poder sobre os homens. Os que não vivem para o eu, não usarão cada dólar para atender às suas supostas necessidades, e suprir seus confortos materiais, mas terão em mente que são seguidores de Cristo, e que há outros em necessidade de alimento e vestuário.CM 19.1

    Os que vivem para satisfazer o apetite e os desejos egoístas, perderão o favor de Deus, e perderão a recompensa celeste. Testificam diante do mundo não terem fé genuína, e quando pretenderem comunicar aos outros o conhecimento da verdade presente, o mundo considerar-lhes-á as palavras como o metal que soa e como o sino que tine. Demonstre cada qual sua fé pelas suas obras. “A fé sem obras é morta em si mesma.” “Portanto mostrai para com eles, perante a face das igrejas, a prova da vossa caridade, e da nossa glória acerca de vós”. — The Review and Herald, 21 de Agosto de 1894.CM 19.2

    O sermão mais difícil — O sermão mais difícil de pregar e que mais custa pôr em prática é o da abnegação. O pecador cobiçoso, por si mesmo, fecha a porta ao bem que se poderia fazer, mas que não é feito porque o dinheiro é despendido para fins egoístas. Mas é impossível alguém reter o favor de Deus e desfrutar a comunhão com o Salvador, e ao mesmo tempo ser indiferente para com os interesses de seus semelhantes que não têm vida em Cristo, que estão perecendo em seus pecados. Cristo nos deixou maravilhoso exemplo de abnegação. [...]CM 19.3

    Ao segui-Lo no caminho da abnegação, levantando a cruz e conduzindo-a, atrás dEle para a casa de Seu Pai, revelaremos em nossa vida a beleza da vida de Cristo. No altar do sacrifício próprio — o lugar designado para o encontro entre Deus e o ser humano — recebemos das mãos de Deus a tocha celestial que perscruta o coração, revelando a necessidade da habitação de Cristo. — The Review and Herald, 31 de Janeiro de 1907.CM 19.4

    Expande o coração, une com Cristo — As ofertas do pobre, dadas com abnegação para ajudar a difundir a preciosa luz da verdade salvadora não somente serão um cheiro suave a Deus e a Ele inteiramente aceitável como dádiva consagrada, como também o próprio ato de dar expande o coração do doador e o une cada vez mais ao Redentor do mundo. Ele era rico, mas por amor de nós Se fez pobre, para que pela Sua pobreza enriquecêssemos. As menores quantias dadas alegremente pelos que estão em condições limitadas são plenamente aceitáveis a Deus, e até de maior valor, à Sua vista, do que as ofertas dos ricos que podem dar seus milhares, sem, contudo, exercerem abnegação ou sentirem falta. — The Review and Herald, 31 de Outubro de 1878.CM 20.1

    Dar com alegria — Ao ser exercido, o espírito de liberalidade cristã fortalecer-se-á e não necessitará ser estimulado de maneira doentia. Todos os que possuem esse espírito, o espírito de Cristo, com jovial alegria farão com que suas dádivas corram para a tesouraria do Senhor. Inspirados pelo amor a Cristo e pelo amor às pessoas por quem Ele morreu, sentem intenso fervor em desempenhar sua parte com fidelidade. — The Review and Herald, 16 de Maio de 1893.CM 20.2

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