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Conselhos sobre Mordomia

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    Capítulo 16 — Regularidade e planejamento

    As instruções dadas pelo Espírito Santo por meio do apóstolo Paulo quanto às dádivas, apresentam um princípio que também se aplica ao dizimar: “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade.” Pais e filhos são aqui incluídos. Não se dirige apenas aos ricos mas também aos pobres. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração [pela sincera consideração do plano prescrito de Deus] não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” As dádivas devem ser feitas tomando em consideração a grande bondade de Deus para conosco.CM 50.1

    E que tempo mais apropriado se poderia escolher para pôr de parte o dízimo e apresentar nossas ofertas a Deus? No sábado pensamos sobre a Sua bondade. Temos-Lhe contemplado o trabalho da criação como sendo uma evidência de Seu poder na redenção. Nosso coração está pleno de gratidão pelo Seu grande amor. E agora, antes que a lida de uma semana comece, devolvemos-Lhe o que Lhe pertence, e com isso uma oferta para demonstrar a nossa gratidão. Assim, nossa prática será um sermão semanal a declarar que Deus é o possuidor de toda a nossa propriedade, e que Ele fez de nós mordomos, para a usarmos para a Sua glória. Todo reconhecimento de nossa obrigação para com Deus fortalecerá o senso de obrigação. A gratidão se aprofunda ao lhe darmos expressão, e a alegria que ela traz é vida para a alma e para o corpo. — The Review and Herald, 4 de Fevereiro de 1902.CM 50.2

    Primeiro o dízimo, então as ofertas — Essa questão de dar não é deixada ao impulso. Deus nos deu instrução a esse respeito. Especificou os dízimos e ofertas como sendo a medida de nossa obrigação. E Ele deseja que demos regular e sistematicamente. [...] Examine cada qual suas rendas com regularidade, pois são todas uma bênção de Deus, e ponha de parte o dízimo como um fundo separado, para ser sagradamente do Senhor. Em caso algum deve ser esse fundo dedicado a qualquer outro uso; deve ser unicamente dedicado ao sustento do ministério do evangelho. Depois de ser o dízimo posto à parte, sejam as dádivas e ofertas proporcionais: “segundo a sua prosperidade”. — The Review and Herald, 9 de Maio de 1893.CM 50.3

    Atendendo primeiro às exigências de Deus — Não somente exige o Senhor o dízimo como sendo Seu, mas também nos diz como deve ser reservado para Ele. Diz: “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de todas as tuas rendas.” Não nos ensina isso que devemos gastar nossos meios com nós mesmos, levando ao Senhor o restante, muito embora seja, quanto ao mais um dízimo honesto. Seja a parte de Deus separada em primeiro lugar. — The Review and Herald, 4 de Fevereiro de 1902.CM 51.1

    Não Lhe devemos consagrar o que resta de nossas rendas, depois que todas as nossas necessidades reais ou imaginárias tenham sido satisfeitas; mas antes de qualquer parte ser gasta devemos pôr de parte aquilo que Deus especificou como Seu.CM 51.2

    Muitas pessoas atendem a todas as exigências e obrigações inferiores e deixam a Deus apenas as últimas respigas, se as houver. Não havendo, Sua causa deve esperar até uma ocasião mais conveniente. — The Review and Herald, 16 de Maio de 1882.CM 51.3

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